Dos sonhos.
Há quem acredite que os sonhos que temos têm um significado. Um dos que tenho frequentemente dizem ser sinal de morte – os dentes partidos. Esta noite tive um sonho digno de filme e desafio uma alma, dessas que vê nos disparates que sonhamos alguma coisa, a dizer-me o que me vai acontecer na vida depois desta noite. Então cá vai o guião.
Vi na televisão um ex-namorado com a sua nova namorada! E dizia eu: «é o pai!». Pois é estava grávida, bem grávida, com uma barriga tão estranha que me batia no queixo de tão grande que era!!! E eis que rapidamente chega a hora da criança sair. Vi-me num hospital, numa cadeira de rodas, empurrada por uma senhora que a partir de um certo ponto me disse: «agora tem que ir a pé porque a partir daqui já não posso sair». E lá fui eu, qual saco de batatas com pernas, à procura do sítio devido. Andei, andei, andei… Até que cheguei ao edifício suposto mas ninguém me informava onde devia dirigir-me. E as pessoas andavam lá de um lado para o outro, pareciam turistas e aquilo parecia um monumento! Aparece uma médica a quem pergunto onde teria que ir parar e ela lá me encaminhou. Aqui começa o terror! Sentia dores, o puto a mexer-se lá dentro… Até que, qual filme de ficção científica, como de uma bolsa, tiro a cabeça do puto aqui junto ao peito. Estava com o cordão umbilical enrolado no pescoço e de cabeça para cima!!! Não sei que adianto levou o filme, se adormeci em qualquer parte, sei que de seguida o puto já andava e só fazia asneiras, falava e só dizia asneiras.
Help, eu pari o Chucky!!! Sai ao pai, digo agora!!!
Podem agora ir apanhar o queixo ao chão ou então recomendar-me a um qualquer produtor de cinema!