30 06 2008

Ódio visceral a mim mesma. Olho-me ao espelho e disparo uma verborreia imensa de insultos a uma metade que esquece o que é real. Por não querer ver a merda em que tropeço todos os dias quando sigo o caminho de sempre. Por ter momentos em que ainda me recuso a vê-la. Por ainda amar com a mesma intensidade que antes.





27 06 2008

Eu ando vidrada!

Menos ais, menos ais, menos ais… queremos MUITO MAIS!!!!!!!!





26 06 2008

Ah e tal… diz que ontem levei/dei uma tareia no body combat até não poder mais.

Ah e tal… diz que de seguida estive ainda a estudar.

Ah e tal… diz que hoje me levantei às 6h45 para rever a matéria para o exame das 9h.

Ah e tal… diz que já me estou a preparar para estudar Auditoria que nem uma louca para o exame de amanhã.

Ninguém merece… a não ser eu!!!!

Imagem retirada daqui.




25 06 2008

Cosas de la vida.

Ontem o sono não vinha e a minha companhia era o comando de televisão. Parei no canal Odisseia e fiquei a ver algo que me prendeu.

Lembram-se do filme Vanilla Sky e as experiências de congelamento do corpo humano para ressuscitar a posteriori? Criogenia.

Mais do que falarem da técnica, mostraram a sua aplicação, numa pessoa que minutos antes ainda tinham mostrado com vida. Impressionante. Vi que ali estava uma esperança que um dia pode ser uma desilusão.

Controverso, no mínimo. Na minha opinião, controverso na esperança e incerteza, no negócio e nos objectivos. Trata-se de fé, como numa religião, e o uso que terceiros fazem disso.





24 06 2008

Fui eu quem ganhou.

Fui eu, que senti a maior felicidade quando nos abraçámos. Fui eu, que estremeci com o doce dos nossos beijos. Fui eu, que chorei quando nos elevávamos ao máximo prazer. Fui eu, que acreditei, o tempo todo, que tudo era mais que perfeito. Fui eu, que sonhei, tantas noites em que não estavas, e acordei com o coração a bater mais forte. Fui eu, que te esperei ansiosamente e vi nos teus olhos magia. Fui eu, que fui, por ti, onde foi preciso ir. Fui eu, que amei louca e cegamente como só o amor pode ser.

Tu perdeste.

(Não imagino o que sente quem beija, quem abraça, quem faz amor sem o coração saber porquê.)

Perdeste isso mesmo: beijos, abraços, horas de êxtase, encanto, borboletas na barriga, verdade…

Eu vivi um sonho para hoje acordar num pesadelo. Mas vivi. E com toda a certeza, quando o tempo limpar e arrumar a poeira que se continua a levantar, aprendi.





23 06 2008

Tenho que escolher o que detesto – ou o sonho, que a minha inteligência odeia, ou a acção, que a minha sensibilidade repugna; ou a acção, para que não nasci, ou o sonho, para que ninguém nasceu. Resulta que, como detesto ambos, não escolho nenhum; mas, como hei-de, em certa ocasião, ou sonhar ou agir, misturo uma coisa com outra.

(…)

Nem sei pensar, do sono que tenho; nem sei sentir, do sono que não consigo ter.

in Livro do Desassossego – Composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa / Fernando Pessoa

Odeio quando me ponho em causa por erros que outros cometeram por mim. Maldita forma de ser, capaz de olhar menos para dentro e mais para os outros. Quando muitos olham apenas para si.





21 06 2008

Os contrastes do preto e branco.

Naquela velha gaveta estão os retratos antigos, amarelecidos pelo tempo, tirados numa quietude extrema a que a tecnologia da altura obrigava. Poses providenciais. Tudo parece bonito demais. As imperfeições são escondidas pela paleta de cores inexistente. Tudo, só preto e branco.

No meu coração estão as memórias do que fui e a certeza do que sou. A dinâmica dos dias que enfrentam as mais diversas contracenas, para as quais necessitamos de ter uma única forma de reagir: a nossa essência. Não sei ser de outra forma senão eu, com os meus assumidos defeitos. Tudo, preto no branco.





20 06 2008

E finalmente cá estão alguns dos registos das minhas visões por terras de Portugal. Porque o país não foi apenas bloqueios e futebol.

Sesimbra …

Portinho da Arrábida …

A rápida passagem por Lisboa na noite em que até os monumentos tremiam (Estação do Rossio em pleno Santo António) …

E finalmente Aveiro, num passeio tranquilo e com muuuuiiiito calor…





18 06 2008

Grito.

Sinto-me danificada psicologicamente porque por momentos pensei que o meu Porto não ia à Champions. Vou tratar de pedir uma indemnização à Federação Portuguesa de Futebol!

Mas como sou benemérita ainda proponho um upgrade no emblema do SLB: em vez da águia um ABUTRE!!





17 06 2008

Ontem.

Sempre fui mais entusiasta com as surpresas que preparei para os outros, com as prendinhas que ofereci… Mas foi um dia com as emoções à flor da pele por, desta vez, ser eu o alvo da atenção de pessoas que com o mais pequeno gesto me fizeram sentir uma pincesa no reino encantado!

Quero agradecer a todos.